Motivada pela necessidade de um acervo que possibilitasse acesso a textos literários de autorxs baianxs, surge o Portal OXE como uma das ações de mediação leitora do Projeto OXE: literatura baiana contemporânea.

Saiba mais sobre o projeto

 

 

 

Autores

  • Jairo Pinto

    Moro e acordo nas palavras e sigo amolando-as feito faca sendo o não a mais afiada
  • Roberval Pereyr

    e dizem quem sou inutilmente. Inutilmente. Porque sou sempre o que vem pelo atalho.
  • Wladmir Saldanha

    qualquer ponte é sonho e cimento, mas a ponte de Ilhéus a Ilhéus não será só esquecimento?
  • Mariana Paim

    entre cidades sem correspondência ou endereço conhecido
  • Adriano Eysen

    O tempo rabisca teoremas no peito pedra do homem onde fantasmas me consomem.
  • João Vanderlei de Moraes Filho

    Santo Amaro anuncia algum doce de cana nos cantos malandros dos olhos daquela mulher.
  • Evanilton Gonçalves

    Ela sorriu lascivamente, ou assim pareceu. Um encontro de olhos e uma sensação de algo proibido
  • Antônio Barreto

    A forma da poesia Não é muito radical Porque a simplicidade É muito fundamental
  • Julio Braga

    indaka de kafurungonga da ciência etnológica
  • Wesley Correia

    mistério errante das coisas sem tempo.
  • Ederval Fernandes

    E então fiz algo com isto e aquilo:   restos de duas jornadas,   sete vidas bandidas
  • Almandrade Andrade

    O tempo, indiferente ao jogo dos relógios, não é mais dos livros.
  • Cyro de Mattos

    Ela transpirou tremores misturados com cinzas.
  • Luís Pimentel

    Uns pingos de chuva dançavam no vidro da janela.
  • César Rasec

    E Guripo lançou a maldade no horizonte. O outro era o alvo.
  • Karina Rabinovitz

    o que tiver que ser ser-ei-a

Autores

Roberval Pereyr

e dizem quem sou inutilmente. Inutilmente. Porque sou sempre o que vem pelo atalho.

Saulo Dourado

Quando me mostrou a tua tatuagem Perguntei como tinha coragem Marcar assim na pele por toda a vida

Danilo Uzêda

E ali, apenas respirando o arrebol,que acanhado descia carinhoso, Guardava escrupuloso o monumento

Itamar Vieira Jr.

E cores, algumas, sabia o que representava – presumíveis representações dos deuses da África